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Cérebro digital futurista com circuitos e ícones de bancos de dados (SQL, MongoDB, Oracle), simbolizando a IA no centro da infraestrutura de dados para 2025-202
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Tecnologia

Bancos de Dados e Infraestrutura

Equipe Golber.
7 min de leitura
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Bancos de Dados e Infraestrutura

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IA no centro da infraestrutura, nuvem híbrida e soberania de dados marcam 2025-2026. Veja as novidades em SQL Server, MongoDB, Oracle, PostgreSQL e AWS.

A inteligência artificial não é mais um recurso, mas o coração da infraestrutura e dos bancos de dados. Minha visão sobre as tendências que moldarão 2025 e 2026, impactando tudo, do planejamento à otimização.

Pra quem tem pressa:

  • IA agora é central na infraestrutura.
  • Nuvem híbrida é o modelo preferido.
  • SQL Server, MongoDB e Oracle com mais IA.
  • PostgreSQL segue forte, com novas versões.
  • AWS e Google Cloud investem pesado em IA.

IA no centro da infraestrutura

Como a infraestrutura vai lidar com a demanda crescente de dados e IA? Minha aposta é: com mais IA. A inteligência artificial não é mais só uma aplicação, mas o coração da infraestrutura. Ela planeja, escala e otimiza tudo de forma autônoma.

Projeções indicam que, em 2026, os gastos globais em IA devem chegar a US$ 2,5 trilhões. Uma parcela significativa irá para a infraestrutura que suporta a IA, incluindo data centers especializados e a expansão do Zero Trust, uma abordagem de segurança que não confia em nada por padrão.

"A IA Agente oferece ganhos de desempenho por meio da economia de tempo, com sistemas capazes de analisar conjuntos de dados complexos, identificar padrões e agir autonomamente."

A computação híbrida também ganhou força. Ela orquestra mecanismos de computação, armazenamento e rede, mesmo que não sejam sempre compatíveis. É a solução para quem busca flexibilidade, segurança e controle local dos dados, atendendo às regulamentações de soberania digital.

Bancos de dados com IA nativa

Bancos de dados se adaptam rapidamente a essa nova realidade. A IA não é um add-on, mas parte da arquitetura.

  • SQL Server 2025: A próxima versão principal, o SQL Server 2025, prevista para o final de 2025, deve trazer pesquisa em linguagem natural nativa com tecnologia de vetor integrada. Em 2026, atualizações como o Cumulative Update #5 para SQL Server 2025 e o Cumulative Update #25 para SQL Server 2022 devem adicionar suporte a Regex para tipos LOB em T-SQL e funções `AI_GENERATE_EMBEDDINGS`. O SQL Server Management Studio (SSMS) também continua evoluindo, com 23 lançamentos previstos para 2025 focados em Database DevOps e IntelliSense.
  • MongoDB: Em fevereiro de 2025, o MongoDB deve adquirir a Voyage AI para melhorar modelos de embedding. O lançamento do MongoDB AMP (AI-powered Application Modernization Platform) em setembro de 2025 focará em acelerar a transformação de aplicações legadas. A versão 8.0 trouxe melhorias de desempenho: 36% mais throughput de leitura e 59% mais throughput de atualização. Para 2026, a independência da nuvem será crucial para resiliência e conformidade com a soberania de dados, algo que o MongoDB já endereça, conforme relata o Daily.dev.
  • Oracle AI Database 26ai: O Oracle AI Database 26ai, previsto para janeiro de 2026, deve facilitar a criação de soluções baseadas em IA com recursos como Select AI, tipo de dados VECTOR e modelos de embedding. O roteiro de 2026 inclui o AI Agent Studio para automação de fluxos de trabalho, sem a necessidade de profunda expertise técnica.
  • PostgreSQL 19: O PostgreSQL 19, a próxima versão principal, está planejada para setembro de 2026. O PostgreSQL continua sendo amplamente utilizado, com 49% dos desenvolvedores profissionais o usando ativamente em 2025. Ele oferece forte suporte ao padrão SQL, uma comunidade ativa, portabilidade e recursos modernos como PostGIS e pgvector. Google Cloud e Microsoft investem no futuro do PostgreSQL, com contribuições para o motor principal e extensões como Citus.

Nuvem híbrida e soberania

A soberania digital é um tema crucial. Regulamentações exigem controle local dos dados. A nuvem híbrida, que combina nuvem pública e privada sob uma governança unificada, surge como a principal solução.

A AWS, por exemplo, planeja lançar a AWS European Sovereign Cloud em janeiro de 2026. Será uma infraestrutura de nuvem física e logicamente separada, operada por residentes da UE, sob a lei alemã. Além disso, a AWS planeja investir US$ 200 bilhões em infraestrutura em 2026, incluindo data centers, chips personalizados e infraestrutura de IA.

O Google Cloud também se posiciona. Apresentou o "Agentic Data Cloud", uma arquitetura unificada e nativa de IA. O Spanner Omni, uma edição para download do Spanner, estende o banco de dados distribuído para além do Google Cloud.

Regulação de tecnologia e SaaS é um desafio crescente para quem trabalha sozinho. Manter-me atualizado com essas mudanças é crucial.

Otimização de custos

Com a complexidade crescente, otimizar custos é fundamental. O FinOps, por exemplo, deve evoluir de uma disciplina técnica para uma prática estratégica em 2026, envolvendo finanças, negócios e TI.

A AWS, no re:Invent 2025, deve introduzir os Database Savings Plans, oferecendo até 35% de redução de custos. É um compromisso de uso consistente por um ano. Isso demonstra que as grandes nuvens estão atentas à carteira do desenvolvedor.

Para o dev solo, controlar os gastos é mais do que otimizar, é sobreviver. Controle é o aliado essencial para a saúde financeira. Ferramentas que ajudam a visualizar e gerenciar esses custos são valiosas.

Gerenciar um SaaS significa equilibrar funcionalidade e custo constantemente.

Novas capacidades como Amazon S3 Vectors, que oferece indexação e consulta de vetores nativa no S3, devem atingir disponibilidade geral em dezembro de 2025. A previsão é suportar até 2 bilhões de vetores por índice, com latência de consulta inferior a 100 milissegundos. Isso pode reduzir custos em até 90% em comparação com serviços de banco de dados vetoriais dedicados, uma economia considerável para quem precisa de processamento de vetor em escala.

O futuro da infraestrutura e dos bancos de dados está intrinsecamente ligado à IA, flexibilidade e controle. Como dev solo, considero vital estar por dentro dessas tendências para construir sistemas mais eficientes e preparados para o amanhã. Manter a casa organizada é o primeiro passo.

Para navegar neste cenário, você precisa de controle financeiro robusto. Veja como em /controle.

Perguntas frequentes

Como a IA afeta a infraestrutura de TI?

A IA está no centro da infraestrutura, redefinindo planejamento, escalonamento e otimização. Ela permite sistemas mais autônomos, capazes de analisar dados complexos e agir por conta própria. Isso exige data centers preparados para IA e um foco maior em segurança Zero Trust.

O que é computação híbrida e por que ela é importante?

A computação híbrida orquestra diferentes mecanismos de computação, armazenamento e rede. Ela é importante por combinar nuvem pública e privada, oferecendo flexibilidade e atendendo às regulamentações de soberania digital que exigem controle local dos dados.

Quais são as principais novidades em bancos de dados como SQL Server e MongoDB?

O SQL Server 2025 deve trazer pesquisa em linguagem natural nativa com tecnologia de vetor integrada e funções `AI_GENERATE_EMBEDDINGS`. O MongoDB 8.0 trouxe melhorias de desempenho significativas e planeja adquirir a Voyage AI para aprimorar modelos de embedding. Ambos focam na integração com IA e otimização.

PostgreSQL continua relevante? Quais as novidades?

Sim, o PostgreSQL continua muito relevante, sendo amplamente utilizado por desenvolvedores profissionais em 2025. A versão 19 está planejada para 2026. Ele se destaca pela conformidade SQL, comunidade ativa e recursos modernos como PostGIS e pgvector, com Google Cloud e Microsoft investindo em seu desenvolvimento.

Como posso otimizar custos de banco de dados e infraestrutura?

Práticas como FinOps se tornam estratégicas para gerenciar custos. Provedores como AWS oferecem Database Savings Plans, com até 35% de redução de custos. Soluções como Amazon S3 Vectors podem reduzir custos de indexação e consulta de vetores em até 90%. O segredo é o controle e a visibilidade dos seus gastos.

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