
"Não Vamos Continuar com Seu Contrato": A Demissão do PJ Que Não Chama Demissão, o Que Ela Custou em 5 Anos e o Recomeço
Não vamos mais continuar com o seu contrato. Sete palavras encerraram quase cinco anos de trabalho diário para a mesma empresa, sem aviso prévio, sem multa, sem verba rescisória e sem férias acumuladas, porque em cinco anos não houve férias. É a forma juridicamente segura de demitir alguém sem demitir, e quase sete milhões de brasileiros trabalham no mesmo arranjo. Mostro as sete promessas da pejotização e o que sobra de cada uma, a conta que ninguém faz enquanto está dentro, num cenário ilustrativo em que a diferença chega a 21 meses de remuneração em cinco anos, o que o Código Civil e a CLT dizem de verdade sobre o fim do contrato e sobre o vínculo disfarçado, e o Tema 1.389 que o STF ainda não decidiu. E o que eu vou fazer agora: depois de seis anos sem pausa, o foco vira o YouTube, o golber.net como produto e a MutuaPix faturando com software em vez de alugar o meu tempo. Sem romantizar, e voltando para contar, inclusive se der errado.
Ler Artigo





















