
Um testador pediu ao GPT-6 Astra um modelo do ônibus espacial no Blender, um programa que ele nunca tinha usado: o modelo pesquisou, escreveu os próprios scripts e passou a operar o software sozinho. É esse tipo de cena que fez a internet usar a palavra insano. Mas tem uma segunda metade que quase ninguém publica: em testes independentes ele ficou atrás do antecessor e dos concorrentes, com queda de cerca de 80 pontos Elo em tarefas profissionais e recuo do 6º para o 11º lugar em qualidade de escrita. Juntei as duas metades com número, incluindo a parte que assusta, em que a OpenAI classificou o modelo como risco crítico em cibersegurança pela primeira vez, e fechei com onde ele vale a pena, onde não vale e como usar sem se machucar.










