
Quero Criar um Site Para Minha Empresa: Por Onde Começar, Quanto Custa e o Que Ele Precisa Ter Para Vender em 2026
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Quero Criar um Site Para Minha Empresa: Por Onde Começar, Quanto Custa e o Que Ele Precisa Ter Para Vender em 2026
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Quero Criar um Site Para Minha Empresa: Por Onde Começar, Quanto Custa e o Que Ele Precisa Ter Para Vender em 2026
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Antes de contratar alguém ou assinar uma plataforma, responda cinco perguntas que nada têm a ver com tecnologia: o que o site precisa fazer, para quem, o que vende e como recebe, até quando e quem vai atualizar; é isso, e não a ferramenta, que separa o site que vende do enfeite caro. Comparo site, Instagram, marketplace e WhatsApp, coloco os quatro caminhos na mesa com preço e prazo reais (de R$ 30 por mês fazendo sozinho a mais de R$ 15 mil sob medida) e listo o mínimo que um site precisa ter em 2026: WhatsApp com contexto, ficha do Google ligada, velocidade no celular e estrutura para aparecer nas respostas da IA. Fecho com o checklist para entregar a quem vai fazer, os sete sinais de furada que vi de perto em 18 anos e o que fazer nos 90 dias depois que o site sobe.
Resposta curta, para quem chegou com pressa: antes de contratar qualquer pessoa ou assinar qualquer plataforma, responda cinco perguntas (o que o site precisa fazer, para quem, o que vende, até quando e quem vai atualizar), escolha um dos quatro caminhos (fazer sozinho com construtor e IA, freelancer, agência ou projeto sob medida) e exija que o site nasça com o que vende em 2026: WhatsApp a um toque, ficha do Google Meu Negócio ligada, carregamento rápido no celular e estrutura para aparecer nas respostas da IA. O resto deste post é a versão completa, com preço, prazo, checklist para entregar a quem vai fazer e os sinais de furada que eu vi de perto em 18 anos entregando site.
Escrevo do lado de quem constrói. Já entreguei site para negócio de bairro e loja com milhares de pedidos, e já vi gente gastar R$ 12 mil num site que nunca vendeu e gente vender todo mês com um site de R$ 80 mensais. A diferença quase nunca foi a ferramenta. Foi o que a pessoa decidiu antes de gastar.
Decida antes de gastar. Cinco perguntas separam um site que vende de um enfeite caro, e nenhuma delas é sobre tecnologia.
Instagram e marketplace não substituem site, mas para alguns negócios o site pode esperar. A tabela abaixo diz quando.
Quatro caminhos, com preço real: de R$ 30 por mês fazendo sozinho a mais de R$ 15 mil num projeto sob medida. Cada um serve para um tipo de negócio, e o erro é escolher pelo preço em vez de pela necessidade.
Em 2026 o site precisa ser encontrado por gente e por IA. Quem busca "melhor dentista perto de mim" no ChatGPT ou no Google com AI Mode recebe uma resposta pronta; o seu site precisa estar dentro dela.
Manutenção não é opcional. Site parado quebra, fica lento, cai do Google e vira porta de entrada para invasão. Combine isso antes, não depois.
Parte 1: as cinco perguntas antes de gastar um real
Quem me procura costuma começar por "quanto custa". Eu devolvo com estas cinco perguntas, porque o preço certo depende das respostas. Anote as suas antes de seguir.
1. O que o site precisa fazer?
Uma frase, com verbo. "Gerar pedido de orçamento pelo WhatsApp." "Vender produto com pagamento na hora." "Mostrar o portfólio e agendar consulta." "Aparecer quando alguém buscar meu tipo de serviço na minha cidade." Se você precisa de duas frases, escolha a principal. Site que tenta fazer tudo não faz nada bem, e custa o dobro.
2. Para quem?
Dono de restaurante que vende para o bairro precisa de coisa diferente de quem presta serviço para empresas. O primeiro precisa de horário, cardápio, mapa e WhatsApp em três segundos no celular. O segundo precisa de prova (casos, clientes, números) e um formulário que qualifique o lead. Descreva o cliente em duas linhas: o que ele busca, em qual aparelho, com qual urgência.
3. O que você vende e como recebe?
Produto físico com estoque, serviço com orçamento, serviço com preço fixo, assinatura, curso. Cada um pede uma estrutura. Produto com estoque pede loja virtual de verdade, com frete, pagamento e controle. Serviço com orçamento pede site institucional bem feito com um bom formulário. Confundir os dois é o erro mais caro: gente que paga loja virtual para vender serviço por orçamento, ou tenta vender 200 produtos num site institucional.
4. Até quando?
Prazo real muda o caminho. Precisa estar no ar em uma semana para uma campanha? Construtor ou protótipo rápido. Tem dois meses? Dá para fazer certo. "Para ontem" com projeto sob medida termina em site mal feito ou orçamento estourado.
5. Quem vai atualizar?
A pergunta que ninguém faz e que mais define o sucesso. Site que ninguém atualiza morre em seis meses: preço velho, horário errado, promoção de Natal em março. Se vai ser você, o painel precisa ser simples e você precisa de treinamento. Se vai ser quem fez, isso é contrato de manutenção, com valor mensal, e precisa ser combinado agora.
Parte 2: site, Instagram, marketplace ou só WhatsApp?
Pergunta legítima, e a resposta honesta é: depende do que você respondeu na Parte 1. Segue a tabela do que cada canal resolve e onde ele falha.
Canal | Resolve bem | Falha em | Quando basta |
|---|---|---|---|
Só WhatsApp | Atendimento e fechamento com quem já te conhece | Ser encontrado por quem não te conhece; mostrar catálogo; credibilidade | Negócio que vive de indicação e não quer crescer por busca |
Mostrar produto, criar desejo, relacionamento | Busca no Google e na IA; informação organizada (preço, horário, endereço); a conta pode ser bloqueada e você perde tudo | Negócio visual em fase de teste, primeiros meses | |
Marketplace (Mercado Livre, Shopee, iFood) | Tráfego pronto e pagamento resolvido | Margem (comissão de 12% a 30%); o cliente é do marketplace, não seu; concorre na mesma tela pelo menor preço | Produto de giro com preço competitivo, para testar demanda |
Site próprio | Ser encontrado por busca e por IA, credibilidade, controle da informação, cliente e dados são seus | Não traz gente sozinho no primeiro mês; exige conteúdo e manutenção | Quando você quer ser encontrado por quem não te conhece e não depender de uma plataforma |
A leitura correta não é "um ou outro". É site como base e os outros como canais. O Instagram leva para o site; o site fecha no WhatsApp; o marketplace testa produto que depois entra na sua loja com margem inteira. O que o site faz que nenhum outro faz: ele é o único endereço que é seu, que o Google indexa por inteiro e que a IA consegue ler e citar. Ninguém pergunta ao ChatGPT "qual o melhor marceneiro em Sorocaba" e recebe um perfil de Instagram como resposta.
Parte 3: os quatro caminhos, com preço e prazo
Os valores abaixo são as faixas que eu vejo no mercado brasileiro em 2026 e batem com o que detalhei em quanto custa fazer um site em 2026, com os preços reais. Preço muito abaixo da faixa tem algo faltando; muito acima, tem algo sobrando.
Caminho | Custo inicial | Mensal | Prazo | Para quem |
|---|---|---|---|---|
Sozinho, com construtor e IA (Wix, Hostinger, Shopify, Nuvemshop) | R$ 0 a R$ 500 | R$ 30 a R$ 150 | 1 a 7 dias | Negócio começando, precisa existir e ser encontrado, sem integração especial |
Freelancer | R$ 300 a R$ 2.500 (simples) ou R$ 2.500 a R$ 8.000 (profissional) | R$ 50 a R$ 300 | 2 a 6 semanas | Quem quer resultado melhor que o construtor sem pagar estrutura de agência |
Agência | R$ 5.000 a R$ 15.000 (institucional) ou R$ 8.000 a R$ 30.000 (loja) | R$ 250 a R$ 500 ou mais | 1 a 3 meses | Empresa que precisa de marca, conteúdo e mídia no mesmo fornecedor |
Sob medida (desenvolvedor experiente) | R$ 2.500 a R$ 15.000 (institucional) ou R$ 3.500 a R$ 15.000 ou mais (loja) | R$ 250 a R$ 500 | 3 a 8 semanas | Negócio que precisa de integração (sistema, pagamento, agendamento, IA) ou que já bateu no teto do construtor |
Caminho 1: sozinho, com construtor e IA
Em 2026 dá para ter um site decente no ar num fim de semana, sem saber programar. Os construtores geram a primeira versão a partir de uma descrição, e a IA escreve o texto que você não sabe escrever. Funciona para: existir no Google, mostrar o que você faz, receber contato. Não funciona para: integrar com o seu sistema, personalizar o fluxo de compra, ter velocidade de verdade no celular, e sair da plataforma depois (o site não é portável; se você sair, começa do zero). A comparação detalhada entre construtor, WordPress e projeto próprio está em Wix, WordPress ou site sob medida.
Meu conselho honesto: se o seu negócio tem menos de um ano e você ainda está descobrindo o que vende, comece aqui. Gaste R$ 60 por mês, não R$ 6 mil. Quando o site começar a limitar o negócio, e você vai sentir isso, aí é hora de investir.
Caminho 2: freelancer
Resultado melhor que o construtor, preço menor que agência. O risco é o de sempre: a pessoa some, muda de área, ou entrega algo que só ela sabe mexer. Proteja-se com três coisas: acesso total (domínio, hospedagem e código no seu nome, nunca no dele), documentação mínima de como atualizar, e um combinado escrito de manutenção. Escrevi um guia inteiro sobre isso em como contratar programador para site, manutenção e evolução.
Caminho 3: agência
Você paga por estrutura: gerente de projeto, designer, redator, desenvolvedor e, às vezes, mídia. Faz sentido quando você precisa de marca e conteúdo junto e não tem quem cuide disso dentro de casa. Não faz sentido para site de cinco páginas de um negócio local: você paga a estrutura inteira para usar 10% dela. Pergunte sempre quem, de fato, vai fazer o seu site; em agência pequena, muitas vezes é um freelancer subcontratado, e você paga a margem.
Caminho 4: sob medida
É o que eu faço, então desconte o viés. Vale quando o site precisa conversar com algo: sistema de agendamento, gateway de pagamento específico, ERP, atendimento com IA, área do cliente, cálculo próprio. Ou quando você já tem um site de construtor e bateu no teto: lento, não integra, não aparece na busca. O custo é maior e o prazo também, e em troca você tem um site que é seu de ponta a ponta, que roda rápido e que um outro profissional consegue continuar.
Como eu trabalho, com preço na mesa porque acho desrespeito esconder: o primeiro passo é um protótipo interativo com orçamento detalhado, R$ 1.800 para site institucional ou landing page e R$ 3.900 para loja virtual, entregue em até 7 dias. Você navega no protótipo antes de decidir o projeto completo, e o orçamento vem detalhado, sem surpresa. Para quem já tem site e quer saber o que está errado, o Diagnóstico de Melhorias custa R$ 990. Tudo em golber.net/proposta.
Parte 4: o que um site precisa ter para vender em 2026
Independente do caminho, existe um mínimo. Se quem for fazer o seu site não souber do que se trata algum item abaixo, isso já é informação.
WhatsApp a um toque, com contexto
O brasileiro fecha no WhatsApp. O botão precisa estar visível em toda página no celular, e a mensagem precisa chegar pronta: "Olá, vi o serviço X no site e quero um orçamento". Isso dobra a taxa de resposta em relação ao "oi" solto, porque você já sabe do que a pessoa está falando.
Ficha do Google Meu Negócio ligada ao site
Para negócio local, a ficha no Google (o cartão com mapa, horário e avaliações) traz mais cliente que o site nos primeiros meses. É gratuita. O site e a ficha precisam ter exatamente o mesmo nome, endereço e telefone, e o site precisa estar linkado nela. Avaliações respondidas, fotos atualizadas e horário certo pesam mais que qualquer efeito visual.
Rápido no celular, de verdade
A maior parte das visitas vem do celular, muitas em 4G ruim. Pelos dados do próprio Google, mais da metade das pessoas abandona uma página que demora mais de três segundos para abrir no celular, e o Google rebaixa quem é lento. Peça a quem fizer o site que mostre a nota do PageSpeed Insights no celular. Abaixo de 70 no celular, tem trabalho a fazer.
Estrutura para aparecer na resposta da IA
É a novidade de 2026 e o que separa o site que vai ser encontrado nos próximos anos do que vai ficar invisível. Quem pergunta ao ChatGPT ou ao Google com AI Mode "qual a melhor clínica de estética em Campinas" recebe uma resposta pronta, com dois ou três nomes citados. Para estar nessa resposta, o site precisa ter dados estruturados (o que o negócio é, onde fica, o que oferece, em formato que a máquina lê), páginas que respondem perguntas de forma direta, e permissão para os robôs de busca da IA lerem. O guia completo está em por que o seu site não aparece nas respostas da IA. Pergunte ao fornecedor se ele sabe o que é GEO. Se não souber, o site vai nascer invisível para metade das buscas de 2027.
Página que responde a pergunta que o cliente faz
Não é "quem somos" e "nossos valores". É "quanto custa", "quanto tempo leva", "atende minha região", "aceita cartão", "tem garantia". Cada pergunta dessas que o seu site responde é um lead que não precisou perguntar no WhatsApp e uma chance de aparecer na busca. Uma página de perguntas frequentes bem feita vale mais que a página de história da empresa.
Prova
Foto real do trabalho, depoimento com nome, número ("mais de 400 projetos entregues"), logotipo de cliente, avaliação do Google embutida. Site sem prova é promessa; com prova, é referência. E é prova que a IA cita.
Atendimento com IA, se fizer sentido
Em 2026 dá para ter um atendente de IA no site que responde dúvida, qualifica e agenda, 24 horas. Para negócio com muita pergunta repetida (clínica, escola, imobiliária, assistência técnica), paga o investimento em semanas. Para negócio de dez contatos por mês, é dinheiro jogado fora. Os prós, contras e o que dá errado estão em integrar site, atendimento e vendas com IA sem quebrar a cara.
Parte 5: o checklist para entregar a quem vai fazer
Copie, preencha e mande. Quem recebe isso orça certo e entrega certo, porque a maior parte dos problemas de site nasce de briefing vago.
Objetivo em uma frase (da Parte 1).
Cliente em duas linhas: quem é, o que busca, em qual aparelho.
O que vende e como recebe: produto com estoque, serviço com orçamento, preço fixo, assinatura.
Páginas necessárias, cada uma com a pergunta que responde. Cinco boas páginas valem mais que vinte vazias.
Textos e fotos: quem produz e até quando. É o que mais atrasa site no Brasil: o fornecedor termina e fica esperando o conteúdo do cliente por dois meses.
Integrações: WhatsApp, pagamento, agendamento, sistema que você já usa, pixel do Meta e Google.
Domínio e hospedagem no seu nome. Não negociável. Se o fornecedor insistir em registrar no nome dele, procure outro.
Quem atualiza depois e quanto custa por mês. Por escrito.
Prazo com marcos: protótipo, versão para revisão, entrega. Prazo único de "60 dias" vira 120.
Critério de pronto: nota no celular, funcionando nos três navegadores principais, formulário testado, ficha do Google ligada, indexado.
Parte 6: sete sinais de furada
Vi todos estes de perto, alguns do lado de quem entrega, o que me deixa mais à vontade para listar.
"Site profissional por R$ 297" com tudo incluso. Ou é template trocado de logotipo, ou o dinheiro vem depois em mensalidade, hospedagem e "manutenção obrigatória". Preço muito abaixo da faixa da Parte 3 tem explicação, e a explicação nunca é boa para você.
Domínio ou hospedagem no nome do fornecedor. No dia em que a relação azedar, o site é dele, não seu. Já vi empresa perder o próprio endereço de dez anos por isso.
Sem contrato ou sem escopo escrito. "A gente vai ajustando" significa que cada ajuste é uma discussão sobre o que estava ou não incluído.
Não fala de manutenção. Quem entrega site e não pergunta quem vai cuidar dele depois ou não sabe que isso importa ou já sabe que vai cobrar caro quando quebrar. O que acontece quando o cliente recusa manutenção e o site quebra seis meses depois eu contei em acabou a garantia, começou o favor.
Promessa de "primeira página do Google" no pacote. Ninguém garante isso, nem o Google. Quem promete está vendendo o que não controla.
Portfólio sem link para os sites no ar. Imagem bonita de site que não existe é apresentação, não trabalho. Peça o endereço e abra no seu celular.
Não sabe explicar o que é GEO nem por que o site precisa ser rápido no celular. Não é exigência de especialista; é o básico de quem constrói site em 2026.
Parte 7: o que acontece depois que o site sobe
O erro mais comum é achar que o trabalho acaba na publicação. O site é um endereço; alguém precisa fazer as pessoas chegarem nele. Nos primeiros 90 dias:
Ligue o site em tudo que você já tem: bio do Instagram, ficha do Google, assinatura de email, cartão, WhatsApp Business, embalagem.
Publique uma página nova por mês respondendo a uma pergunta real de cliente. Em um ano são doze portas de entrada pela busca.
Meça o que importa: quantas visitas viraram contato, e de onde vieram. Não é o número de visitas; é o número de conversas.
Só anuncie quando o site converter. Anúncio para site que não converte é pagar para provar que o site não converte. A conta de quando o anúncio compensa e quando não, com números, está em site que vende: canais de audiência grátis e pagos.
O fecho
Você não precisa de um site. Precisa de um lugar que seja seu, que responda a pergunta do seu cliente antes de ele perguntar, que apareça quando alguém procurar o que você faz, e que leve essa pessoa para uma conversa. Às vezes isso custa R$ 60 por mês e um fim de semana; às vezes custa R$ 15 mil e dois meses. O que decide não é o tamanho do negócio, é a resposta às cinco perguntas da Parte 1.
Responda as cinco, escolha o caminho, entregue o checklist e exija o mínimo de 2026. Faça isso e você vai gastar o valor certo, uma vez, num site que trabalha por você. Pule isso e você vai fazer o site duas vezes, como a maioria faz.
Perguntas frequentes
Preciso de site se já tenho Instagram e WhatsApp?
Se você quer ser encontrado por quem ainda não te conhece, sim. Instagram e WhatsApp funcionam com quem já chegou até você; o site é o único endereço que o Google indexa por inteiro, que a IA consegue ler e citar, e que continua seu se uma plataforma bloquear a sua conta. Para negócio com menos de um ano ainda testando o que vende, um construtor barato resolve; o importante é existir e apontar para o WhatsApp.
Quanto custa fazer um site para minha empresa em 2026?
Fazendo sozinho num construtor, de R$ 30 a R$ 150 por mês. Com freelancer, de R$ 300 a R$ 2.500 num site simples e de R$ 2.500 a R$ 8.000 num profissional. Agência, de R$ 5.000 a R$ 15.000 no institucional e de R$ 8.000 a R$ 30.000 numa loja. Sob medida, de R$ 2.500 a R$ 15.000 no institucional e a partir de R$ 3.500 na loja, podendo passar de R$ 15.000 com integrações. Manutenção num projeto profissional fica entre R$ 250 e R$ 500 por mês.
Quanto tempo leva para fazer um site?
De um dia (construtor, sozinho) a três meses (agência ou projeto sob medida grande). Um site institucional profissional costuma levar de três a oito semanas, e o que mais atrasa não é a programação: é o cliente entregar textos e fotos. Defina quem produz o conteúdo e até quando antes de começar.
Posso fazer o site da minha empresa sozinho?
Sim, e para muita empresa começando é a decisão certa. Os construtores atuais montam a primeira versão a partir de uma descrição e a IA ajuda no texto. Os limites aparecem quando você precisa integrar com um sistema, personalizar o fluxo de compra, ter velocidade real no celular ou sair da plataforma: o site de construtor não é portável.
Site ou loja virtual: qual eu preciso?
Loja virtual se você vende produto com estoque e quer receber o pagamento no site, com frete e controle. Site institucional se você vende serviço por orçamento, agendamento ou preço fixo com poucas opções. O erro caro é o contrário: pagar loja para vender serviço, ou tentar vender centenas de produtos num site institucional.
O que é GEO e por que o meu site precisa disso?
GEO é a otimização para aparecer nas respostas geradas por IA (ChatGPT, Google AI Mode, Perplexity), que hoje respondem a pergunta direto, citando dois ou três sites. Envolve dados estruturados, páginas que respondem perguntas de forma direta e permissão para os robôs da IA lerem o site. Sem isso, o site fica invisível para uma parte crescente das buscas.
O domínio precisa estar no meu nome?
Sim, sempre, junto com a hospedagem. Se o fornecedor registrar no nome dele, o endereço é dele, e você perde o site e o histórico no dia em que a relação terminar. É o item não negociável do checklist.
Quanto custa manter um site por mês?
Num construtor, a mensalidade da plataforma mais o domínio, que fica entre R$ 40 e R$ 120 por ano. Num projeto profissional, de R$ 250 a R$ 500 por mês, incluindo hospedagem, domínio, emails, atualizações de segurança e pequenos ajustes. Site sem manutenção fica lento, cai do Google e vira porta de entrada para invasão.
As faixas de preço refletem o mercado brasileiro em 2026 e a minha prática; variam por região, escopo e urgência. Os preços dos meus serviços são os publicados em golber.net/proposta na data deste post. Última atualização: 17 de setembro de 2026.
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