GIF continua sendo o jeito mais simples de mostrar alguma coisa em movimento onde vídeo não cabe: dentro de uma issue no GitHub, num card de documentação, numa mensagem, num slide. Ele toca sozinho, repete sem parar e não depende de player.
O que quase ninguém avisa é que GIF é um formato de imagem, não de vídeo, e isso tem consequência prática. Ele guarda no máximo 256 cores e não comprime nada entre um quadro e o seguinte: cada quadro é praticamente uma imagem inteira. Por isso um GIF de poucos segundos pode pesar mais que o vídeo do qual ele saiu.
A ferramenta trabalha com isso à mostra em vez de esconder. Você escolhe a partir de qual segundo começar, por quanto tempo, em que tamanho e com que fluidez, e a página estima o peso antes de gerar, para você ajustar sem ficar no tentativa e erro.
Por que o peso do GIF varia tanto
Como a compressão do GIF trabalha repetindo sequências de cor, o tamanho final depende muito mais do conteúdo do que das dimensões. Medimos o mesmo GIF (50 quadros, 480 por 270 pixels) a partir de dois vídeos diferentes: um com cores chapadas deu 0,63 MB, e um com granulação intensa deu 3,67 MB. Quase seis vezes de diferença com exatamente as mesmas dimensões. É por isso que a página mostra uma faixa provável em vez de fingir precisão que não existe, e por que cena parada sempre gera arquivo bem menor que cena com muito movimento.
Esta página abre o conversor já no modo certo para o seu caso. Se você precisa de outra coisa, a página principal do conversor reúne os quatro modos, a lista completa de formatos aceitos e a explicação de como tudo funciona.