WAV não comprime nada. Ele guarda a onda sonora inteira, amostra por amostra, do jeito que a placa de som capturou. É por isso que ele é o formato preferido de quem grava e edita: nenhuma informação foi jogada fora, então dá para cortar, equalizar e regravar por cima sem acumular defeito. E é também por isso que ele é enorme. Uma hora de gravação em qualidade de CD passa de 600 MB, e uma entrevista de duas horas não cabe em anexo de e-mail nenhum.
Enquanto o arquivo está sendo trabalhado, esse tamanho é um preço justo. O problema aparece na entrega: mandar o WAV para o cliente, subir num site, colocar no celular ou publicar um episódio de podcast. Nessa hora o que importa é caber e tocar em qualquer lugar, e aí o MP3 resolve com folga, ocupando perto de um décimo do espaço.
Esta página faz essa redução no seu próprio computador, sem enviar o arquivo para lugar nenhum. Isso é especialmente prático aqui, porque WAV é justamente o formato em que o tamanho quebra os conversores online: quase todos param em 100 MB no plano grátis, o que exclui qualquer gravação mais longa. Como nada é enviado, o tamanho deixa de ser o critério.
O caminho de volta também existe, e às vezes é o que você quer
Nem sempre a intenção é diminuir. Quando você recebe um MP3 e vai editar num programa de áudio, converter antes para WAV evita que cada salvamento comprima de novo o que já estava comprimido. A ferramenta faz os dois sentidos: aceita WAV na entrada e também oferece WAV na saída. Vale saber que o arquivo cresce muito nesse caminho, porque a onda inteira volta a ser escrita, e a página avisa o tamanho estimado antes de você começar. O que não volta é a qualidade perdida na primeira compressão: WAV feito a partir de MP3 fica do tamanho do original, mas não recupera o que já tinha sido descartado.
Esta página abre o conversor já no modo certo para o seu caso. Se você precisa de outra coisa, a página principal do conversor reúne os quatro modos, a lista completa de formatos aceitos e a explicação de como tudo funciona.